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sexta-feira, 8 de maio de 2020

Hora de Aventura : O episódio perdido





GUIA pessoal para DOWNLOADS: Minissérie 'Hora de Aventura ...




Todos vocês já devem ter ouvido falar do novo desenho do
Cartoon Network, chamado "Hora de Aventura". E todos vocês
provavelmente já viram a estreia... ou pelo menos acham que viram.

Eu estava acordado na sala, eram cerca de 3:30 da manhã, e
eu estava assistindo a TBS. Estava passando de canais procurando algo bom pra assistir,
até que me deparei com um novo episódio de “Hora de Aventura”, chamado "Socrates
Wish". Nisso, coloquei no Cartoon Network, e a introdução do show já
estava terminando. Encostei-me a minha poltrona, esperando para assistir o mais
novo episódio da série.

El episodio perdido de hora de aventura The murderer - YouTubeO que vi foi extremamente desagradável. O episódio começou
no Reino Doce, com Finn e Jake correndo para as portas principais do castelo.
Eles empurraram a porta violentamente, e eu vi que a cabeça do Mordomo havia
sido mordida por algum tipo de dragão que estava ao seu lado. O sangue esguichava
do pescoço de PB, e o dragão olhou para Finn e Jake. Rapidamente, o dragão em
questão voou para longe.
A dupla andou pelo castelo, se deparando com todos os tipos
de cidadãos do Reino Doce mortos, ou apenas sentados, sorrindo ameaçadoramente.
Eles passaram ao lado de Cinnamon Bun, que estava sentado e sorridente, quando
de repente, ele agarra a perna de Jake. Finn tentou jogá-lo para longe, mas não
conseguiu. Jake, então, ficou completamente marrom, e alguns barulhos de esmagamento
podiam ser ouvidos, enquanto ele caia no chão duro como uma pedra. Depois de
alguns segundos encarando o corpo de Jake, Finn, cauteloso, continuou a andar
pelo castelo.


Ele chegou à parte principal do palácio. Princesa Jujuba
podia ser visto vista sentada em seu trono.

"Oh, Finn, obrigado por ter vindo! Todos os meus
cidadãos se transformaram em zumbis!"

VOCÊ NÃO DEVIA ESTAR ACORDADO-HORA DE AVENTURA (CREEPYPASTA ...Eu mal pude entender isto, devido ao fato de que o áudio
estava um pouco distorcido.

"Sem problemas, princesa. Mas acabei perdendo Jake no
caminho pra cá... Alguma chance de você ajudá-lo?". O áudio se distorce novamente.

"Finn, não podemos ajudar as pessoas no Japão, podemos?".
Finn se aproximou.

"No Japão, mas o que--“. De repente, o trono gira
rapidamente, revelando outro trono por trás dele. Nele, estava a Princessa Jujuba,
toda esverdeada e com metade de seu corpo faltando. Tudo o que restava eram os
ossos. Ela pulou em direção ao Finn, mordendo violentamente sua cabeça. Muito sangue
escorre de sua ferida, até que Finn cai, morto.

Hora de Aventura te demuestra que tiene un gif para cada momento ...

Uma musica estranha de violino (parecia com a musica de
abertura do desenho, só que mais lenta) começou a tocar enquanto alguns zumbis
carregavam os cadáveres de Jake e Finn pra fora do castelo. Eles atiraram-os
do penhasco, e em seguida, comemoraram. De repente, eles voltaram ao normal,
mas pararam segundos depois e fixaram para o penhasco, sem se moverem. A cena abruptamente
muda para preto, e então um texto branco aparece, mostrando o seguinte:

"ESTE EPISÓDIO DE HORA DE AVENTURA FOI RETIRADO DO
AR PELO GOVERNO DEVIDO AO SEU CONTEÚDO IMPROPRIO. VOLTAREMOS EM INSTANTES COM NOSSA PROGRAMAÇÃO DO CARTOON NETWORK. SENTIMOS MUITO PELO TRANSTORNO.".



domingo, 14 de agosto de 2016

Presos




Algumas religiões acreditam que, quando a pessoa morre de forma abrupta, fica, por um tempo, presa ao local de sua morte, até conseguir libertar-se ir seja lá para onde for. Como, por exemplo, em um acidente de carro, onde a morte é rápida, o espírito da pessoa pode ficar por anos junto ao carro, sem saber o que aconteceu.


Li muito sobre isso, pois o que aconteceu comigo, quando tinha apenas 9 anos, me obrigou a buscar alguma explicação plausível, que não duvidasse de minha sanidade mental (fui em muitos psiquiatras, não tenho problema mental nenhum).

Minha família era pequena, apenas minha mãe, dona-de-casa, meu pai, vendedor ambulante, minha irmã e eu. Nós duas dividíamos a mesma cama de solteiro, mas chegou um ponto que não foi mais possível, eu já tinha 9 anos e ela, 12. Então minha mãe decidiu procurar uma beliche para nosso quarto.
Por sermos muito pobres, a única alternativa era procurarmos em lojas de móveis usados. Encontramos uma beliche que minha mãe conseguiria pagar. Era de madeira, aparentemente muito antiga, e com alguns arranhões.

Um amigo do meu pai foi buscar a cama e logo ela estava em nosso quarto. Vendemos nossa cama antiga e assim pudemos comprar mais um colchão. Eu estava muito feliz, pois nunca ganhava presentes como as outras crianças, e uma cama nova era algo incrível para mim.

Meu pai conseguiu alguns restos de tinta de uma obra perto da nossa casa, e resolvemos pintar a cama para que ficasse mais bonita. Eu, empolgadíssima, insisti para ajudá-lo. Ele deixou que eu pintasse a parte de baixo e ele, a de cima. Deitei na cama de baixo e, entre uma pincelada e outra, percebi que os arranhões que eu tinha visto no dia da compra da cama, na verdade, eram palavras.

Fiquei um pouco assustada com o que dizia ali. Meus pais disseram para eu não sentir medo, pois era coisa dos antigos donos da cama, mas não consegui evitar. Antes de pintar, anotei cada palavra que dizia ali, numa agenda que guardo até hoje. Leia:

"Dormir para morrer."
"A maldição está aqui."
"Fuja"
"Não durma."
"Nunca durma."
"Ele está aqui."
"Ele nunca sairá daqui."
"Ele está em você?"
"Eu dormi e ele está em mim."

Depois disso, não consegui dormir na cama de baixo da beliche. Implorei para minha irmã que deixasse eu dormir na cama de cima e ela concordou. Me arrependo de ter feito esse pedido à ela até hoje.
Naquela noite, antes de dormir, ouvi o último "boa noite" de minha irmã. Eu não fazia ideia do que estava prestes a acontecer, mas mudou minha vida para sempre.

No outro dia, minha irmã acordou perturbada. Ela gritava e dizia que sua garganta e estômago estavam queimando. Minha mãe deu alguns medicamentos à ela, mas não adiantou. Ela urrava de dor e se debatia. A única alternativa foi levá-la correndo para o hospital. Seus últimos 5 dias de vida, foram os 5 dias de internação.

Nenhum medicamento fez efeito. Nenhum tratamento conseguiu curá-la. Seus gritos eram escutados de fora do hospital, mas nenhum calmante fazia com que ela dormisse. Ela arrancou os próprios cabelos com as mãos, fazendo seu couro cabeludo sangrar e rasgou a pele dos braços e pernas com as próprias unhas. Ela foi amarrada na cama. No seu último dia de vida, minha mãe implorou que o médico lhe deixasse levá-la para casa. Ela não aguentava mais ver minha irmã naquele estado e, se ela não se curasse, pelo menos estaria em casa, conosco. O médico, após avisar minha mãe de que minha irmã estava em estado crítico e não viveria muito tempo, liberou-a, e uma ambulância nos levou para casa, com ela. A última visão que tive da minha irmã foi dela deitada na parte de baixo da nossa beliche, com apenas algumas mechas de cabelo, com os braços e pernas em carne viva, olhando fixamente para mim. Por algum motivo, a parte branca de seus olhos estava vermelha, cheia de sangue e seu rosto estava roxo devido às pancadas que levou enquanto se debatia. Ela faleceu, deitada naquela cama, duas horas após chegarmos em casa.

Eu só dormi uma noite naquela cama, pois com todo o acontecido, minha mãe permitiu que eu dormisse junto com ela nas outras noites. Após a morte de minha irmã, ela decidiu vender a cama, pois precisávamos de dinheiro. No dia em que a cama seria levada para uma loja de móveis usados, deitei novamente na parte de baixo da beliche. Qual não foi minha surpresa, ao ver que, por cima da pintura, haviam palavras:

"Ele sempre estará aqui."
"Não durma aqui."
"Prisão."

E, com a letra da minha irmã:
"Eu também estou aqui."

Luuh ~

sábado, 2 de julho de 2016

Esconde Esconde Solitário




Essa é uma lenda japonesa, dizem que esse era um ritual voodoo que acabou se tornando uma brincadeira entre pessoas mais corajosas. Você teria coragem de fazer?

• O Esconde-Esconde solitário:
A brincadeira do Esconde-Esconde solitário, ou esconde-esconde de uma pessoa só, é bastante popular em diversas partes da Ásia. Aqueles que tentaram contar se a brincadeira de fato funciona e o que sentiram, tiveram suas vidas ameaçadas.

• Você irá precisar de:
- Uma boneca com pernas: A boneca servirá como lugar para o espírito entrar, por isso, é aconselhável que você não use uma boneca que realmente goste, já que existe uma grande chance de o espírito não sair da boneca.
- Arroz: Dizem que se o espírito comer essa oferenda ele se tornará mais forte.
- Linha vermelha: Ela simbolizará o sangue e a ligação entre você e o espírito.
- Algo do seu corpo: Unhas são as mais comumente usadas, mas há quem use seu próprio sangue, pele, cabelo e etc. Não use algo do corpo de outra pessoa, ou a brincadeira se tornará uma maldição.
- “Arma”: Na verdade, algo com o que você possa apunhalar a boneca. Facas são muito perigosas, por isso, a maioria das pessoas utilizam canetas, lápis ou até mesmo agulhas.
- Água com sal ou álcool: Sem isso, o jogo nunca terá fim. Esse material é usado para livrar-se do espírito.
- Um nome: Dar um nome ao espírito é a coisa mais poderosa que um ser humano pode dar. Nomes dão um grande poder ao espírito.

• Preparando o jogo:
- Primeiro passo: Corte a boneca e substitua o algodão (ou qualquer coisa que esteja lá dentro) pelo arroz.
- Segundo passo: Coloque algo do seu corpo dentro da boneca
- Terceiro passo: Costure a abertura feita na boneca com o fio vermelho e em seguida, enrole-a com o restante da linha.
- Quarto passo: Em um banheiro, encha uma banheira (ou a própria pia) com água e procure um lugar para se esconder.

• Como jogar:
- Primeiro passo: Comece às 03:00 da manhã, pois é nesse horário em que há maior atividade espiritual.
- Segundo passo: Dê um nome à boneca.
- Terceiro passo: Quando o relógio marcar três horas, feche os olhos e repita três vezes: “O primeiro a procurar é (seu nome)!” Você deve falar com firmeza ao falar com a boneca.
- Quarto passo: Vá para o banheiro e coloque a boneca na banheira ou pia cheia.
- Quinto passo: Apague as luzes.
- Sexto passo: Feche seus olhos e conte até dez. Pegue sua “arma” e vá para o banheiro. Siga até a boneca e diga “Eu achei você (nome da boneca)” enquanto a perfura. Em seguida, feche novamente seus olhos e diga três vezes “Agora (nome da boneca) é a sua vez!”.
- Sétimo passo: Deixe sua “arma” próxima à boneca e vá para o seu esconderijo. Você DEVE trancar todas as portas e janelas.
- Oitavo passo: Coloque a água salgada na boca, mas não engula ou cuspa. A água com sal irá proteger você do espírito.

• O final:
Para terminar o jogo, procure a boneca e leve consigo o restante da água salgada ou álcool. Tenha em mente que a boneca pode não estar no banheiro e há casos em que ela foi encontrada na rua.
Quando a encontrar, cuspa a água salgada sobre ela e faça o mesmo com o restante da água. Feche os olhos e grite “Eu ganhei! Eu ganhei! Eu ganhei!”. O espírito da boneca desistirá e o jogo acabará. Aconselha-se a descartar a boneca e queimá-la após o jogo.

Importante
- Fique no jogo por no máximo duas horas. Depois deste tempo, o espírito da boneca ficará forte demais para ser expulso.
- Jogue sozinho. Quanto mais pessoas houver, maior a chance de alguém ser possuído.
- Não vá para fora.
- Quando for se esconder, seja silencioso.
- Desligue todos os eletrônicos antes de começar, exceto a televisão.
- Você deve deixar a TV em estática, perto do esconderijo. É um modo de saber onde o espírito está. É aconselhável procurar a boneca somente quando a TV mostrar sinais de que ele está do outro lado da casa.
- Ao fugir da boneca, não olhe para trás e não durma enquanto joga. A boneca pode machucar você com a sua arma.
- Quando encontrar a boneca, você pode ficar levemente ferido ou até mesmo possuído. Se for achado por ela, tenha cuidado, pois sua arma poderá estar em qualquer lugar do chão ou até mesmo em seu bolso.
- Depois que o jogo acabar, é importante limpar tudo corretamente. Certifique-se de que foi colocado um pouco de sal em todos os cantos da casa, especialmente onde foi iniciado o jogo e onde a boneca foi encontrada. Dizem que o sal afasta os espíritos.

Algumas pessoas que jogaram, relataram os seguintes acontecimentos durante o jogo:
- TV mudando de canal sozinha.
- Luzes que estavam perfeitamente normais, piscando.
- Portas abrindo e fechando.
- Escutaram sons de risadas.

Então, teriam coragem ? 

Luuh ~

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Zalgo - O Nascimento do mal





Perdoe-me pelo tamanho desta mensagem, esta é a primeira e possivelmente, a última vez que vou ter acesso a um computador, então eu pensei que seria melhor escrever tudo isso enquanto eu posso e repassar para quem precisa saber. Eu estou deixando a cidade; Eu não sei para onde estou indo, apenas dirigindo para o mais longe que puder.

Estava tudo bem, assim como alguns de vocês devem saber eu tinha feito um empréstimo e abri minha própria oficina de carros pouco mais de um ano atrás.

Com o sucesso da mecânica eu pude contratar meu amigo Neil para trabalhar comigo. Ele trabalhou duro desde o primeiro dia e realmente me ajudou mais do que eu imaginaria.

Bem, eu precisei ir a uma loja de roupas para bebês com minha esposa Rebecca mês passado e assim confiei em Neil para tomar conta da oficina até o fim da tarde. Esse foi o dia em que acho que tudo isso começou, porque quando eu voltei ele parecia estar entorpecido e estava com o uniforme coberto de óleo. Ele tinha mancha de óleo até no em seu rosto, como se tivesse tentado beber ou algo assim. Pedi para ele ir para casa e se limpar já que não estávamos com clientes naquele momento.

Ele voltou 45 minutos depois, mas voltou muito mais silenciosos do que o habitual. Ele fez seu trabalho tão bem como sempre fez, mas algo parecia diferente nele. Perguntei se alguma coisa aconteceu enquanto eu estive fora ele apenas balançou a cabeça. Perguntei quantos clientes tivemos e ele apenas murmurou alguma coisa inteligível. Disse para ele repetir pois não tinha entendido e ele se virou e olhou para mim e por um breve momento eu poderia ter jurado que seus olhos pareciam completamente preto, Não! Não havia íris, nem esclera, proferia apenas negritude ao redor dos olhos. Eu tropecei para trás e esbarrei numa prateleira, derrubando as coisas. Quando eu olhei para ele, ele ainda estava olhando para mim, mas ele não parece estar me olhando com ódio do jeito que estava antes, ele parecia meio... Fora de si.


- Apenas um casal – ele respondeu – Uma mulher e em seguida, um tipo de motociclista tatuado – Eu presumi que um desses clientes deve ter feito troca de óleo e que ele derramou, então perguntei se ele tinha algum problema, mas ele simplesmente deu os ombros. Eu tinha olhado em torno da garagem enquanto ele estava fora e não vi nenhum vestígio de derramamento de óleo, o que me fez revisar sobre o que realmente tinha acontecido, será que ele conseguiu derramar óleo somente em si mesmo e em nenhum outro lugar, milagrosamente? Mas ele parecia relutante em falar sobre isso, eu não podia pressiona-lo, então voltei a minha rotina e trabalhamos o restante do dia. Esse e o dia seguinte que foram relativamente normais, mas ele ainda continuava em um estranho silêncio. Perguntei se ele gostaria de ir na frente e pedir nosso almoço enquanto eu arrumava a loja, ele respondeu “claro”.

Quando ele voltou eu estava fazendo um orçamento para um cliente, por isso ele colocou minha comida no balcão do escritório e começou a comer do seu prato. Eu terminei com esse cliente, teríamos que deixar seu carro na oficina por uns dias para descobrir exatamente porque ele estava morrendo, pedi para Neil dar uma carona até a casa dele enquanto eu almoçava. Ele me trouxe um pouco de comida chinesa e um chá gelado, assim que abri os pacotes de molho de soja para derramar no prato, foi quando eu percebi a coisa mais estranha.

Era como se o molho de soja fosse uma coisa viva de alguma forma... Se espalhando como dezenas de vermes se contorcendo em um preto manchado de tinta quando caiu no arroz. Peguei o garfo e comecei a escavar, revirando todo arroz para tentar entender o que meus olhos viam em descrença. Eu estava incrivelmente faminto nesse ponto, mas também assustado para comer, então, joguei fora junto com o chá gelado e decidi que iria apenas esperar até que chegasse em casa naquela noite para comer algo que eu tivesse preparado com minhas próprias mão em minha própria cozinha. Eu nunca na minha vida tinha visto algo remotamente parecido com isso e não podia sequer imaginar como eu iria perguntar a Neil se ele tinha notado algo similar. Do jeito que eu conhecia ele, certamente me olharia como se eu estivesse louco, então não comentei com ele sobre isso.

Naquela sexta-feira, descemos para um bar como sempre fazíamos para beber um pouco, ouvir bandas locais tocarem e Neil foi tranquilo e silencioso como toda semana. Ele não é um mal sujeito de vista, porém ele não chamava muito a atenção, mas naquela noite uma mulher foi até onde ele estava sentado e começou a conversar com ele, e eles acabaram saindo juntos naquela noite.

Segunda de manhã eu tentei quebrar o gelo perguntando como tinha sido seu fim de semana, ele acenou com a cabeça e murmurou “foi bom”. Eu perguntei se ele teve sorte com aquela moça, um pequeno sorriso malicioso se formou em seu rosto, possivelmente foi o primeiro sorriso que ele deu desde a ultima sema, e ele disse “tudo correu bem”. Eu não pressionei para obter mais detalhes, eu sabia que ele iria partilhar se ele quisesse, e um pequeno sorriso era o suficiente para amenizar minhas preocupações e dar um pouco de esperança de que ele voltaria ao normal.

O dia foi relativamente ocupado até as 03:00, então finalmente tive um momento livre para me sentar no escritório e ouvir radio enquanto esperava o próximo cliente. Então eu me recostei na cadeira com meus pés em cima da mesa e girei para ver meu quadro de aviso que ficava atrás de mim. Além de avisos eu colocava lá alguns recortes de quadrinhos dos jornais de domingo como Garfield e Calvin e Hobbes que eu já tinha lido centenas vezes desde que abri a loja... Mas naquele dia algo estava diferente.

O primeiro painel parecia normal, mas em cada painel posterior, gavinhas de tinta preta que se arrastava para fora a partir das bordas do desenho e caracteres estranhos em vertical. O sangue escorria das orelhas, dos olhos e alguns até narizes e em cada quadro um dos personagens dizia “Ele Vem”

Sentei-me olhando espantado por um momento antes de perceber os tentáculos que estavam se movendo lentamente, em seguida cada uma das cabeças dos personagens se viraram sempre lentamente para mim, eu cai para trás deslizando minha mesa para o chão. Eu corri para a garagem e gritei pelo Neil, eu não podia ser o único que estava vendo isso! Para minha surpresa ele tinha ido embora, então hesitantemente caminhei de volta para o escritório. Os quadrinhos ainda estavam corrompidos, mas eles já não estavam se movendo. Caminhei até eles e estendi minha mão para arrancar os quadrinho, quando notei os tentáculos pretos de tinta começar a se infiltrarem através da página onde meus dedos estavam. Nada de bom poderia vir se eu deixasse a mancha de tinta tocar minha pele.

É claro que eu rasguei todo o quadro de avisos e os queimei em uma lata de lixo que tinha na sala e nunca mais falei disso novamente.

Naquela noite fui para casa e minha esposa já estava na cama, dormindo. Minha mente estava correndo e eu não poderia acorda-la para fazer meu jantar. Sem ninguém para desabafar minhas preocupações, eu cai em um sono inquieto e acordava a cada alguns minutos devido aos pesadelos até que eu desisti de tentar dormir.

Naquela sexta feira eu fui para o bar novamente embora minha esposa não pudesse beber por estar gravida, Neil não era muito divertido, mas eu não tinha outros amigos que pudesse nos fazer companhia naquela noite. Eu só precisava de alguns drinks para tentar me sentir melhor e desabafar tudo que me acontecia. Depois de derrubar duas garrafas de cerveja e quebra-las, me desculpei e fui ao banheiro, quando eu percebi que estava mais bêbado do que imaginava.

Me inclinei sobre a pia para espirrar um pouco de água no meu rosto e foi quando eu ouvi. Como uma folha de papel que estava sendo arrastada no chão, uma voz rouca saiu do ralo. Soou como um suspiro prolongado por mais tempo até que finalmente as palavras saíram entre aquelas longas vogais.

- Eeeeeeeeeeele Veeeeeeeeeeeeeeeem.

Rachaduras apareceram na porcelana, serpenteando para fora do anel em torno do dreno. A principio pareciam rachaduras, mas depois de alguns segundos percebi que eram tentáculos negros assim como tinha visto nos quadrinhos no inicio daquela semana...


Eu tropecei para fora da porta do banheiro e direto no peito de alguém. Eu me virei e olhei para a pessoa, revelando os olhos negros de um motoqueiro coberto de tatuagens expostas além de sua mão e cabeça. Eu rapidamente recuei e seu olhar penetrante me seguiu enquanto recuava em direção ao bar. Parecia um sonho, onde sempre que você tenta andar mais rápido sente que esta em uma areia movediça. Enquanto eu caminhava, reparei que o motoqueiro não era o único a olhar pra mim. Parecia que cada par de olhos no lugar focava em mim e mais da metade daqueles olhos pareciam ser perfeitamente negros, sem nenhum indicio de íris ou esclera. Alguns lábios se moviam e embora eu não podia ouvir suas vozes por causa do som alto do local, eu sabia o que eles estavam dizendo.

“Ele Vem”

Eu não consegui dormir naquela noite

Na verdade mal consegui dormir durante as próximas semanas. Eu continuo vendo esses pares de olhos negros em quase todas pessoas, e tenho medo de todos eles, sempre sussurram aquelas palavras para mim, olhando profundamente para dentro de minha alma. Toda vez que estou perto de uma pia ou prestes a morder alguma comida, tenho medo de ver aqueles tentáculos escuros rastejando para mim. Até mesmo minha esposa tem se tornado fria a distante de mim recentemente.

Então hoje à noite quando eu estava dirigindo do trabalho para casa, lutando para manter meus olhos aberto para não acontecer nenhum acidente no trânsito, meu celular tocou e era minha esposa Rebecca. Ela estava a caminho do hospital para dar luz ao nosso bebê e pela primeira vez em duas semanas eu estava realmente feliz!

Ela estava  na sala de parto conectada a um monitor quando eu cheguei lá, olhando para suas contrações. Ela mal percebeu quando eu entrei, mas não parecia assustada quando me sentei ao lado dela e peguei sua mão. Eu tentei falar com ela, mas ela não respondeu e eu estava cansado que nem percebi que eu tinha começado a cair no sono, até que as enfermeiras começaram a move-la da sala de parto cerca de meia hora depois. Eu coloquei uma roupa adequada que o hospital forneceu, uma touca azul bebê e uma mascara descartável quando ela começou a xingar e gritar.

Eu estava preparado para que ela apertasse minha mão como nunca apertou antes, mas quando vi o movimento em sua barriga minha mente começou a bobinar. O medico disse que o bebe estava coroando e disse pra ela fazer força. Ela seguiu suas ordens e começou a gritar com uma voz que eu não consigo descrever. Quando olhei pra ela, ela estava olhando para mim com aqueles mesmos olhos que eu tinha visto no motoqueiro. Os mesmo olhos que eu tinha visto em Neil semanas antes. Eu tentei soltar de sua mão, mas ela manteve o aperto. Uma espécie de sangue negro começou a sair dos olhos do medico, mas ele parecia não dar importância. Quando olhei para sua barriga de novo, veias negras se destacaram sob a pele pulsante. Ela continuou a olhar pra mim e já não estava gritando, apenas sorrindo. Aqueles olhos de obsidiana me encaravam

- Ele é quem espera atrás da parede – Ela disse com uma voz estranha

- Ele é quem espera para acabar com tudo – o médico continuou enquanto olhava fixamente para o bebe, meu filho!

- Tudo que tu sabes, tudo que tu és, ele vai destruir e afasta-lo de ti.
O medico olhou para cima e levantou o bebê, ele parecia estar coberto de uma gosta preta, muito parecido com o que tinha coberto Neil algumas semanas antes. O bebê não chorou, mas ele estava vivo, ele me olhou quando foi erguido. Seus olhos abertos eram negros como de minha esposa. Tão negro quanto os do medico. Juntos, todos eles disseram seu nome.


- Zalgo.

Eu puxei minha mão do punho de ferro da minha esposa e tropecei para fora da sala, esbarrando nas enfermeiras que passavam no corredor. Quando olhei para trás, eu vi tentáculos em volta da porta do quarto e se arrastando pelo chão em minha direção. Me virei correndo pelo corredor até o elevador e bati os dedos nas teclas. Eu vi os tentáculos por quase todo corredor, mas ninguém parecia notar exceto eu, passava por debaixo das pernas de todos, eles apenas se viraram para mim com aqueles mesmo olhos negros.

Eu desisti de tentar fazer o elevador funcionar e comecei a correm em pânico para as escadas. Desci 15 lances de escadas até o estacionamento, entrei no meu carro e comecei a dirigir. Eu não sabia pra onde diabos eu estava indo, eu só tinha que sair pra longe daquele lugar. Eu não sei se estou ficando louco, eu certamente parecia estar ficando, mas não havia ninguém onde eu pudesse recorrer ajuda. Todos estão com os mesmo olhares mortos, até mesmo meu filho. Meu bebê.

Eu ainda vi aqueles olhos fitando-me dos carros ao meu lado, e por uma estranha coincidência o mesmo motoqueiro da sexta-feira anterior no bar parou ao meu lado depois de uma hora de distancia do hospital e me seguiu por quase 2 quilômetros. Ele olhava pra mim, sorrindo. Eu não podia ver seus olhos através de seu capacete, mas eu sabia que era o mesmo cara. Suas tatuagens pareciam se mover por sua própria vontade, no pescoço dele eu vi o liquido negro derramando como se tivesse um ferimento aberto em sua cabeça.

Assim que pude, eu freei, a manobra fez com que o motoqueiro seguisse enquanto eu entrava em outra rua. Eu acho que despistei, isso foi há uma hora. Estou em um motel a três horas da minha cidade, foi o primeiro lugar que encontrei sinal de wi-fi e estou cansado, tremendo, e minha mão coça onde as unhas da minha mulher me arranharam. Eu honestamente não sei o que fazer, nem onde recorrer. Essa história vai parecer insana e eu com certeza eu serei internado, não sei se seria a melhor coisa pra mim, eu só não suporto mais olhar para aqueles olhos que e encaram e...

E mesmo quando eu me deitei e comecei a pegar no sono, eu escuto aquelas palavras

Ele vem !


Luuh ~

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Baby Monitors




Quando eu estava no colégio, meus amigos e eu tivemos o passatempo peculiar. Como qualquer delinquente adolescente, que gostava de causar problemas. Nós não eramos vândalos, nós não lidamos com drogas, e nós certamente não intimidamos as crianças na escola. Não, nós gostava de assustar os putos que vivem dentro de ser novos pais por "hackiar" seus monitores do bebê. Estávamos insuportavelmente um pouco punks a ponto de pensamos que eramos bons demais para ser pego, e que os nossos pequenos atos de maldade ficaria impune. Uma noite; No entanto, eu aprendi minha lição, e percebi que eu não era tão à prova de balas como o meu enorme ego adolescente me fez parecer ser.
Dimitri, Kurt e eu fomos para a mesma escola, compartilhamos muitas das mesmas classes, e pendurado para fora quase todas as noites após a janta. Nós assistimos programas de jogos, jogamos vídeo game, e até conversamos sobre quem tinha o melhor armário na escola. Uma noite, fomos trocando histórias assustadoras no parque. Kurt contou a história clássica sobre a mãe solteira que ouviu uma voz assustadora em seu monitor do bebê. Como a maioria das histórias de horror, parecia besteira total, mas Dimitri disse-nos que tinha acontecido à sua mãe uma vez. Em seu próprio monitor, ela ouviu um vizinho cantando para seu bebê. Aparentemente, era possível tocar acidentalmente em frequência de outra pessoa. Em um instante, uma lâmpada ligada em cada uma das nossas cabeças. Quando você está perto o suficiente para alguém, você não precisa de palavras para saber que essa pessoa está pensando, e todos nós poderíamos dizer que estávamos pensando a mesma coisa: nós estávamos indo para comprar um monitor de bebê e parafusos na loja.
O perdão do trocadilho, mas cortar um monitor do bebê é brincadeira de criança. Tudo que você precisa fazer é encontrar um dispositivo na mesma frequência que o seu. Como nunca faço as coisas meia-boca, eu comprei um monitor high-end com um seletor de frequência para que pudéssemos brincadeira com muitos alvos possível. Na noite seguinte, nós andamos com nossas bicicletas, percorríamos o bairro, para encontrar a nossa primeira vítima. Poderíamos ver o viveiro da janela do segundo andar da casa. Dimitri pegou o monitor do bebê e começou a afinar-lo para diferentes frequências, até que ouvimos a respiração. Lembro-me sentir animado como nosso plano finalmente chegaram a ser concretizado. Dimitri apertou o botão, e começou a exalar fortemente no receptor.
"... A sua ... menina ... era ... deliciosa ..." murmurou ele, usando uma voz demoníaca.
A luz no quarto principal liga quase que imediatamente, e ouvimos um grito estridente. 
Rimos muito daquilo, rapidamente partimos para o final da rua, para que não fossemos pego.
Repetimos a brincadeira várias vezes ao longo das semanas seguintes, cada um revezamento falando através do monitor. Não querendo que ninguém seja sábio ao nosso pequeno jogo, escolhemos casas diferentes de cada vez. as reações das pessoas foram inestimável: algumas mães respondia em pânico, outros parecia saber que era um trote e nos disseram para calar a boca, e uma mulher pobre, mesmo começou a soluçar incontrolavelmente, pedindo-nos para não ferir seu bebê. Eu me sinto mal sobre esse último, agora que estou mais velho, mas era divertido para mim naquela época. Meus amigos e eu imitava os mais alta passo, choros e desesperados gritos. Sim, eramos tão imbecis.
Kurt e Dimitri estavam ocupados estudando para seus exames semestrais, então eu fui sozinho. Até então, tinha checado praticamente toda a área, então eu decidi aventurar em toda a cidade e em seu território desconhecido. Encontrar um destino não foi difícil: você só tinha que olhar para os carros com cadeiras de bebé, casas com cortinas cartoon tema excessivamente coloridos, ou brinquedos deixados no quintal.  Me deparei com uma casa que cabe todos os três critérios, e estacionei minha bicicleta fora da vista. Jogando com o sintonizador, eu finalmente encontrei a frequência correta. Eu podia ouvir o som de um bebê ronco muito levemente. Um pequeno sorriso diabólico empurrou o seu caminho para os meus lábios, e meu coração começou a bater com entusiasmo. Foi a minha vez de brilhar.
"Eu ... sou ... assistindo ..." Eu sussurrei para o monitor, usando a voz mais assustadora que eu poderia reunir.
A casa permaneceu escuro e sem vida. Imaginei os donos da casa não tivesse me ouvido.
"... Eu ... ficar ... sobre a sua cama ... assistindo ... esperando ... eu vou te pegar ..." Eu disse, mais alto desta vez.
Nada. Apenas os sons de grilos cantando, eo rugido surdo ocasional de um carro dirigindo pela rua. Foi um pouco estranho. Os pais costumam reagir muito mais rápido do que isso. 
 Comecei a me sentir um pouco nervoso, e um pouco exposto. Você sabe, como quando você de repente percebe algo te observando? Estava ficando tarde, e eu tinha um longo passeio de bicicleta para casa.
Assim como eu estava prestes a desistir e ir embora, eu ouvi um estranho, som borbulhante úmido vindo do monitor. Os tranquilos, roncos rítmicos cessou, e eu assumi o bebê tinha acordado e estava prestes a começar a chorar. Em vez disso, um homem falou comigo.
"... Você não pode correr... Eu sei... onde você mora, Juan..." continuou o homem, mesmo quando me virei o canto.
Voei para outra rua, não parando até chegar a uma avenida movimentada. Cercado por carros e alguns corredores tarde da noite, me senti seguro. "... Seu capuz vermelho à seu sangue, rapaz ...", sussurrou o homem, ainda falando através do monitor do bebê no bolso.
Um transeunte me deu um olhar desagradável como eu gritei bem alto no medo, praticamente rasgando meu capuz na minha tentativa frenética de removê-lo. 
Depois de encher o casaco com capuz em minha mochila, notei meu nome rabiscado no verso. Foi minha jaqueta da escola porra: nenhuma maravilha que bastardo sabia o meu nome. Em seguida, ocorreu-me que os monitores do bebê eram bastante curto alcance, então eu estava obviamente a ser seguido. Eu nervosamente olhando em volta para tentar identificar o meu perseguidor. 
Esse cara passeando com seu cachorro? O carro que tinha acabado impulsionado por? De qualquer maneira, a última coisa que eu queria era ouvir aquela voz de novo, então eu desliguei o aparelho e começou a pedalar em direção a minha casa. O medo tinha aumentado os sentidos, e eu comecei a perceber cada movimento das árvores ao vento, cada estalo de galhos embaixo de minhas rodas, e cada carro que fechou por mim. Eu vacilei quando alguém se aproximava, paranóico que quem tinha falado comigo através do monitor do bebê ia apanhar. Felizmente, eu fiz isso em casa sem nenhum incidente.
Eu estacionei a moto na minha garagem e se arrastou até as escadas para o meu quarto. Em um movimento descuidado, eu joguei minha mochila e o monitor do bebê no canto do meu quarto, e mergulhou sob meus lençóis como um nadador olímpico. Não importa quantos anos você é: nada se sente mais seguro do que estar sob o seu cobertor. Fechei os olhos, esperando que eu seria capaz de acalmar o suficiente para pegar algumas horas de descanso antes da aula, mas então ouvi estática vinda do monitor através da sala. O monitor que era suposto ser desligado.
"Bons sonhos, Juan", disse a voz que ainda assombra os meus pesadelos.
Eu não consegui pregar o olho naquela noite. Eu estava com muito medo de sair da cama até o amanhecer. Quando me levantei, a minha primeira ordem de negócio era para remover a bateria do monitor e jogá-lo no lixo. Eu não queria ter nada a ver com isso mais. Eu vim com uma desculpa para dar aos meus amigos para que não acho que foi um enorme vagina. Com sacos enormes sob meus olhos, eu me vesti, tomei café da manhã, e foi para a escola.
Não era até alguns dias depois que eu vi a casa sobre a notícia. Em uma entrevista, um policial explicou que a pequena família que vivia na casa havia sido encontrado em suas camas, pescoços fenda aberta. Eu tinha sido fora quando isso aconteceu: o assassino tivesse me ouvido sobre o monitor do bebê e decidiu meter comigo. Foi definitivamente uma chamada wake-up, e agradeci a minha estrela da sorte que eu não tinha chegado a merda assassinado fora de mim. Eu estava muito ocupado sentindo grato que eu sobrevivi a se sentir mal sobre a família que não tinha. Empatia, como a sabedoria, vem com a idade.
Agora que eu sou um adulto com uma mulher e sua filha, eu realmente compreender as conseqüências de minhas ações, e da gravidade da situação que eu me colocar no como um adolescente tremendamente estúpido. Naquela noite terrível, eu pensei que atingiu o epítome do medo, mas era apenas a ponta do iceberg. Como um pai, agora eu sei que o medo prospera e se multiplica quando há algo mais precioso do que a sua própria vida em jogo. Eu não posso dizer com certeza se o assassino me encontrou novamente depois de todos estes anos, ou se uma nova geração de idiotas tiveram a mesma idéia que eu e meus amigos, mas eu posso te dizer que agora eu entendo o que a verdadeira terror é. Ontem à noite, eu ouvi algo em nosso monitor do bebê que enviou arrepios em minha alma, me acorrentar com um medo paralisante que eu duvido que nunca vai me deixar:
"Eu... ainda to te ... assistindo ..."

Luuh

domingo, 20 de março de 2016

Amigos para sempre






Você se lembra de mim? Claro que você lembra, nós estávamos na mesma festa. Nós realmente nos demos bem, é o começo de uma longa amizade. Foi um amigo seu que nos apresentou. Bem, ele não é realmente seu amigo mais, porque ele morreu, mas agora nos somos amigos. Você sempre vai depender de mim, e você sempre estará atrás de mim. Eu posso dizer que vai ter um monte de gente tentando entrar no caminho de nossa amizade, mas você não pode deixá-los vencer. Eu sempre vou te amar, mesmo se eles não me amem também.

Eu nunca tive um amigo tão protetor quanto você. As coisas que você tem feito para nos proteger contra todas as pessoas que tentam nos separar é uma coisa linda, mantenha isso e você vai ser o meu melhor amigo. Sim, muitas pessoas tentaram isso antes, todos eles me abandonaram, mas eu tenho certeza que você não vai me abandonar, eu sei que você me ama demais para permitir que isso aconteça.

Você está começando a me olhar diferente, sua devoção para mim sempre foi excepcional! Nós fomos feitos um para o outro, um ao outro é tudo que precisamos. Quando estamos juntos, você é feliz. Você não precisa de ninguém além de mim.

Eu sei o que você sente por mim, eu sei que as coisas que você faz para mim! Eu sei que você mentiria, você pediria, você roubaria... Eu sei que você mataria por mim. Eu sei das coisas que você tem dado as costas para estar comigo. Eu sei das coisas que você roubou para estar comigo. Eu sei dos corações que você quebrou para estar comigo. Mesmo que seja apenas por algumas horas. É engraçado, na verdade, as coisas na vida que você joga fora por mim, no final, tudo que você tem sou eu! Sem mim, você não é nada, absolutamente nada.

Nós ficaremos juntos, agora e para sempre, por todo o tempo que você pode se manter vivo.E por quanto você me mantêm vivo, você fez isso por mim, mas agora, eu sou tudo que você faz. Eu sou a razão de você se levantar de manhã, eu sou a razão de você pegar o que não é seu para me alimentar, eu sou a razão de você não ter nada além de mim.

Eu sou Crystal Meth, e sua vida será minha. Para sempre.

Luuh

domingo, 28 de fevereiro de 2016

The Puppeteer (O Marionetista)


Tudo começou quando eu comecei a reparar algumas mudanças em minha mãe.
Não, na verdade começou antes disso, talvez alguns anos. Talvez até mesmo antes que eu pudesse lembrar a diferença entre o certo e o errado, o fato é que foi a muito tempo atrás. Eu tinha apenas um irmão eu era o caçula. Nossa mãe era solteira, ela sempre foi desde que eu conseguia lembrar. Nosso pai nos abandonou quando minha mãe engravidou de mim. Nós amamos nossa mãe, nós realmente amávamos. Ela nos comprava roupas bonitas mesmo que ela não pudesse pagar, nunca faltava comida em nossa casa. Tudo era ótimo, minha mãe só tinha alguns problemas com a bebida.

Não era apenas um problema, este era o maior problema. Ela era sozinha, embora tentasse conhecer outras pessoas. Ele sempre ia bem no início, até que ela mudasse de ideia e dava um chute na bunda quando um cara dava em cima dela. Isso se repetiu muitas vezes.

Eu me sentia muito... sozinho. Meu irmão não era muito interessado em brincar comigo, vendo que ele tinha uns cinco anos mais velho e ele sempre pensou em mim como o irmão pequeno irritante. Mas tudo o que eu queria era companhia.

Nunca obtive sucesso em tentar fazer novos amigos na escola.Na verdade, tinha sempre pessoas querendo me bater, um em especial se chamava Ricardo, ele sempre zombava de mim, por isso não gostava muito de ir à escola. Passei cada momento sozinho. Minha mãe não se importava, claro. Ela estava muito ocupada tentando terminar seu trabalho para que ela pudesse passar as últimas horas em casa bebendo a noite inteira.

Mas eu acho que cada segundo de solidão trouxe algo para fora de mim. Comecei a ... imaginar. Imaginar muito. Fazer amigos imaginários foi um dos meus passatempos favoritos. Sim, um hobby. Fiz novos tantas vezes que era difícil manter-me, mesmo para mim.

Mas existia um em particular, que eu não me lembrava de tê-lo criado.

Ele não era como os outros. Este foi o único que me deu mais paz do que qualquer coisa. Ele brincava comigo, é claro, mas ele deu a volta a noite. Então nós conversávamos e brincávamos fazendo de super certeza que minha mãe não ouviria a minha alegre risada. Ele era um especialista em muitas coisas, mas ele era o melhor na arte de fazer marionetes. Todos os dias ele apareceria com uma marionete nova, qualquer boneco que eu pedia ele trazia pra mim no dia seguinte. Ele os controlava muito bem, essa era a sua habilidade.

Então comecei a chama-lo de O Marionetista.

Eu sempre consegui distinguir quem é imaginário ou não, mas com ele... Era difícil negar que ele era apenas um amigo imaginário. Porque eu sabia que ele era. Todas as noites, quando ele disse que eu tinha que dormir, ele ficava por mais uma hora só para assistir e se certificar de que eu estava realmente caindo no sono. Seus dourados,olhos brilhantes me observando de longe na escuridão. Eu olhei para ele. Seu rosto cinza estava me mantinha calmo enquanto ele sorria para mim. Adormeci todas as noites.

Mas eu não podia falar com ninguém sobre a criatura que me visita todas as noites.

Era... era estranho.

O tempo passou, nós crescemos e algumas coisas mudaram. A única coisa que parecia permanecer igual era o hábito de bebedeira da mãe. Meu irmão saiu de casa quando completou 18 anos, ele não aguentava mais  ela, por isso se mudou. Eu tinha apenas 12 anos na época e eu não podia sair de casa ainda, tinha que esperar ainda um longo tempo. Eu estava esperando pacientemente, era a única coisa que eu poderia fazer na minha... solidão.

Meu amigo imaginário nunca me deixou no entanto e ele começou a se tornar um problema. Ele continuou a me visitar a cada noite, me fazendo companhia. Eu comecei a ignorá-lo, eu era louco... tinha que ser. Aos 12 anos o negócio todo de amigo imaginário era ridículo. Eu tinha outras coisas para fazer de qualquer maneira. Lição de casa, jogar meu PlayStation 2. Contudo eu não estava satisfeito. Era apenas algo neutro. Eu não me sentia solitário, eu já estava assim há muito tempo. No entanto, lá estava ele... olhando para mim com o rosto escondido sob as sombras do meu quarto, olhos brilhantes me estudando. Mais um ano se passou.

Sem sucesso, ele continuou.

Eu finalmente me cansei de tudo. Escola estava sendo um infortúnio, Ricardo vivia me batendo e minha mãe ficou pior com a bebida. Mesmo ao ponto em que ela começou a automutilação . Ela se recusou a falar comigo, mesmo quando eu tentei. Eventualmente ela perdeu o emprego. Eu torci para que isso acontecesse para que ela percebesse que tinha problemas... Mas não, depois que minha não tinha coisas pra fazer ela ficava sentada a beber pra manter seus problemas a distância. Ela tornou-se mais irritante com o tempo, todo mundo percebeu isso. Todo mundo que era ... bem, apenas eu. Fiz tudo o que podia fazer para não ficar em casa - dormindo na casa da minha tia ou mesmo tentando entrar em contato com o meu irmão. Mas havia algumas noites que eu tinha que ficar em casa e era o inferno na terra.

Todos os dias ela me repreendia por nada. Era tão estúpido, coisas simples. Como esquecer de comprar leite no caminho para casa, esquecer de preparar o jantar... O que eu poderia fazer? Eu tinha 13 anos. Minha mãe não aceitava nada como desculpa. Ela não parava de...Uma noite, ela apenas perdeu.

Lembro-me claramente.

Era algo sobre os pratos. Eu tinha que limpa-los depois do jantar como sempre e desta vez eu acidentalmente deixei um prato cair. Ele caiu no chão e quebrou em pedaços minúsculos. Minha mãe naturalmente ficou furiosa comigo. Eu poderia entendê-la em algum momento, entendo por que ela estava chateada comigo... mas agora eu culpava por tudo o que aconteceu.

Mas desta vez ela não só gritou na minha cara por um minuto ou dois. Desta vez, ela agiu violentamente, jogando uma cadeira do outro lado da sala. Ela gritou comigo por não ser o filho perfeito, como ela perdeu tudo por causa de mim e do meu irmão... Tudo era culpa nossa. E então ... um tapa na cara.

Eu corri e me trancado no meu quarto.

E lá estava ele, esperando por mim. Era noite afinal. E pela primeira vez em quase dois anos, eu falei com ele. Ele era o único que eu poderia conversar. Mesmo que ele fosse imaginário, mesmo que eu estava basicamente falando sozinho. Eu não me importava . Eu precisava desesperadamente dele.

E pela primeira vez... Ele também falou comigo.

Ele estava mais calmo do que eu pensei que ele seria .

- Sua mãe ... ela é má.

Eu discordei. Ela não era má... Ou era? Ela arruinou a minha vida, ela me odiava, mas ainda assim eu balancei minha cabeça.

-Não chore - Ele falou comigo - Os meninos grandes não choram... Então, acalme-se, eu vou falar com a sua mãe. Agora vá dormir... Você vai precisar.

Fiz o que ele disse. Sem perguntas eu fui para a cama. Meu coração estava batendo e minha cabeça girando. Minha mãe nunca ia no meu quarto... Então não me preocupei dela vir querer me agredir durante a noite. Não demorou muito tempo para adormecer naquela noite. Na parte da manhã eu apenas queria voltar para a escola como se nada tivesse acontecido e encontrar minha mãe alcoólatra patética mesmo no dia seguinte.

Mas... isso não acontece.

Acordei novamente. Estava completamente escuro ao meu redor. Eu não acordei sozinho, ouvi algum tipo de ruído do lado de fora do meu quarto. Cautelosamente e inseguro, eu pisei em cima da minha cama e saiu para o corredor. Era um ruído de rachadura. Como se alguém estivesse pisando no gelo ou em vidro quebrado, mas era muito mais maçante do que isso. Minha curiosidade tomou conta e eu continuei até que eu encontrei a fonte da quebra e estalo. Vinha do quarto de minha mãe.

O que estava acontecendo ali? Minha mãe deveria estar dormindo a esta hora... Eu cheguei mais perto, o barulho parecia mais alto. Depois de um minuto ouvindo do lado de fora da sala, eu decidi ir para dentro. Eu empurrei a porta de madeira e tropecei de joelhos.
O que eu vi ... Ninguém deveria ver uma coisa dessas.


Minha mãe tinha sido atirada para o chão. Seu rosto estava sangrando e seu nariz parecia quebrado. Ela estava de joelhos, com os braços estendidos para trás em uma posição não natural, as mãos tremiam de dor. Parecia que ela estava gritando, mas apenas tossia. Ela me viu. E foi aí que eu me perdi.

Tentei gritar, mas eu não podia. Eu só me arrastei em direção ao lado da cama, agarrando a ela como se fosse a única coisa para me salvar naquele ponto. Braços de minha mãe estavam quebrando na frente do meu rosto, por algo que eu não podia ver ou ouvir. Eu só podia vê-la, minha mãe. Assustado por sua vida.

E então ele lentamente apareceu diante de mim. Suas mãos e rosto cinza emergindo das sombras. Seus olhos dourados estavam completamente focado nela e então eu pude ver o que ele estava fazendo. Com um pé nas costas, fiou dourados saiam de seus dedos e vincularam com as pernas e braços de minha mãe. Ele estava quebrando braços de minha mãe em dois.

Fazendo dela uma... Marionete.

Seus ossos não aguentaria muito tempo. Eles finalmente quebraram, tirando em uma trilha de sons horríveis. Tentei gritar novamente, mas tudo foi mais uma vez silenciado pelo meu próprio medo. Tentei acalmar, tentei acreditar que eu só estava imaginando tudo. Mas era real. Meu próprio amigo, amigo imaginário estava matando a minha mãe. E eu não fiz nada para detê-lo.

Ele não estava satisfeito, eu tentei gritar para ele, tentei pedir para ele parar. Mas ele não quis ouvir. Ele só continuou a ferir a minha mãe ainda mais. Ele contraia milímetros de musculos do seu dedo e a perna de minha mão se dobrava fazendo seu cancanhar atingir a propria nuca. Ele me obrigou a sentar-se lá, me fez ver como ele quebrou minha mãe. Ele me disse que estava se livrando do mal. Eu queria acreditar que ele... mas eu simplesmente não conseguia. Ele quebrou as pernas, costelas ... até mesmo os dedos. Ossos se contorcendo em todas as direções que parecem impossiveis para um ser humano. Eu gritava e gritava. Ninguém me ouvia. Seus olhos dourados se viravam para olhar para mim quando ele me calou por um tempo final.

Então, ele a estrangulou. Lindas cordas de ouro brilhantes de morte enrolado em seu pescoço , apertando o último vislumbre da vida. Eu podia ver nos olhos de minha mãe. E foi a última coisa que eu conseguia me lembrar antes de tudo ficar escuro, eu desmaiei no chão ao lado da cama.

Nossos vizinhos ouviram meus gritos e chamaram a polícia. Todo mundo ficou com pena do órfão que tinha visto sua mãe morrer na frente de seus olhos. Mas de acordo com eles, a minha mãe não tinha sido assassinada. Ela havia sido encontrado no meio da sala, com uma corda em volta do pescoço. A corda não tinha sido capaz de levar seu corpo depois de um tempo e tinha estourado em dois, fazendo com que o corpo de minha mãe a caisse no chão e quebrasse alguns ossos.

Eu nunca falei sobre a morte dela nunca mais, nem eu disse outra palavra sobre o meu amigo imaginário. Talvez tudo tivesse sido sonho horrível.
Mesmo no enterro da minha mãe, eu estava completamente sozinho. Meu irmão não apareceu. Só a minha tia e meu tio estava lá. E eu passei horas esperando por ele, para vir e me pegar. O único que tinha me escutado todo esse tempo. Me deu segurança Me confortou quando eu mais precisava.

E  quando eu estava sozinho diante de seu caixão, de repente senti alguém pegar minha mão.

E eu sorri. Sua mão cinza no meu ombro.

- Você conhece mais alguém mau?

Então, eu me lembrei de Ricardo.


Luuh

sábado, 23 de janeiro de 2016

Jigokutshushin.de




Jigoku tsushin-1-.png

Diz a lenda que existe na internet um site que permite as pessoas colocarem o nome de quem querem se vingar, só que o tributo para que isso aconteça é, oferecer sua alma, ou seja, quando você morrer, irá para o inferno, igualmente a pessoa a qual será amaldiçoada com sua vingança.


No momento em que você coloca o nome da pessoa no site e aperta o botão, surge na tela a Jigoku Tsushin (em português, garota do inferno) e te entrega um boneco com uma fita vermelha. A partir deste momento você tem que escolher se tira ou não a fita, pois no segundo em que tira-la  a maldição estará solta e a pessoa que teve seu nome escrito no site terá sua alma levada para o inferno, do mesmo modo do que você. Mas não é tão fácil assim, pois o site só abre uma vez por dia, exatamente a meia noite, aqui o link: Jigokutshushin.de


[PS: Caso não queira visitar o site a MEIA-NOITE, ajuste seu relógio para MEIA-NOITE]

CrossStage não se responsabiliza por nada que acontecer :3

Luuh

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

A queda de Jeff The Killer




 A Coisa Que Mais incomodava não era jeff aparencia sua, SUA Cara rasgada, SEUS Olhos Queimados é Sua Pele branca.
 Por Mais que quería ELE NÃO se incomodar com ISSO, ELE SE senti hum monstro, Não Só matar POR, matar, TALVEZ seria Seu Único passatempo, SUA Única forma de Mostrar that AINDA estava vivo.
 Jeff na Verdade, tinha hum Demônio Dentro DELE, Aquele Demônio Que Ser Humano TODO TEM Dentro de si, Aquela Raiva incontrolável, mas jeff estava Muito Estranho, Mais do Que o normal:
 -UE NÃO aguento Mais o meu Rosto, Eu Não aguento Mais sor Desse jeito, ESSA boca cortada, sos Olhos fundos,  ninguem consegue Olhar Nos Meus Olhos, eu fui Queimado, eu fui humilhado, eu fui morto, pálpebras SEM, nada, meu Rosto pálido E, eu vou matar todos, todos, hum Por Um, eu vou Cortar, eu vou matar, eu vou Fazer todos dormirem, todos dormirão when me ver, hahahahahaha.
 Jeff, Assim Como TODO assassino, precisava Sair, afinal, ELE Adorava matar, pingos de matar, Todo Mundo falava Como ELE era Estranho, todos olhavam parágrafo jeff e falavam Como ELE era horrivel, Que monstro é esse, Quem é esse Demônio?
 Jeff Já estava sem Controle, ERAM 03:00 e ELE Entrou na casa de ma garota, APENAS COM SUA faca e Seu belo sorriso estampado  em Seu Rosto, jeff subiu como Escadas Bem de vagar, uma garota estava  Dormindo em SUA cama, jeff estava pendurado no teto, uma garota acordou e olhou para el, Quando Viu SEUS Olhos Negros, e SUA xixi fedendo Queimado, Enxofre, uma garota gritou, jeff Chegou Perto, tampou SUA boca, e Disse baixinho em Seu Ouvido:
 -Shhhhhhhhhhhh, VA dormir
 Apos Dizer ISSO, jeff passa SUA faca na garganta da garota, cora ELA em Oito Pedaços e OS Espalha Pela Casa, na Parede, com sangue, ELE escreve uma frase Seguinte: "VÁ DORMIR".
 Os Detetives ficam loucos Atrás de jeff,  afinal, ELE NÃO APENAS Matava Crianças e PESSOAS, ELE Já havia matado Vários Detetives da policia, e ninguem Nunca conseguiu Uma prova autentica DELE.
 Jeff ESTÁ louco, fugiu de SEUS Padrões, Não Sabia Que Fazer Mais o, estava surtado, Simplesmente começava a se Cortar dizendo:
 -Porra, That Cara Estranho Que eu sou, porra, cara Que Estranho Que eu sou, Eu Preciso matar Alguém, Eu Preciso matar Alguém 
 Jeff estava sem Controle
  Andando em Uma Rua Escura, jeff VE em Uma Casa, um garoto, mas POR Alguma Razão, era NÃO UM garoto QUALQUÉR, ELE sentiu, Nesse garoto, um Demônio igual ELE, jeff Esperou Todas como Luzes da Casa se apagarem, com tão Luzes apagadas, Entra na Casa, jeff, COM SUA FACA nas Costas, foi Chegando Lentamente na cama do garoto, Quando de Repente, o garoto abre SEUS Olhos e Ve, jeff na SUA frente, Aquele Olhar pálido e frio, Como se Toda a alegria do Mundo tivesse ido embora, jef olhou nsa Olhos Daquele garoto e Disse rindo:
 -Hahahahahahaha, Shhhhhhhhhhh, va dormir.
 O garoto empurra jeff e Diz:
 -Não, Eu NÃO vou dorir, Você Não E Capaz de me matar, eu conheço rápido você, eu sei Quem rápido Você é, Você Não Passa de Uma Criança assutada jeff.

 Jeff comeca a gritar:
 -Cala A boca Seu desgraçado, eu sou jeff, o assassino, eu vou te matar, eu vou te Fazer dormir, Voce vai dormir, eu sou jeff, porra, eu sou jeff.
 He pula Para cima do garoto e esfaqueia o garoto não Ombro, de Repente, o garoto consegue empurrar jeff Pelas Escadas, jeff desmaia.
 Nenhuma dia Outro, nos Jornais, foi manche pra Tudo Que era lugar: "Homem conhecido Pela Polícia APENAS Como jeff o assassino, foi preso cabelo Assassinato De Mais de 137 PESSOAS, a Polícia decidiu NÃO Liberar Uma Fotografia do assassino parágrafo O Público Geral, devido a Uma grande Quantidade de cortes e deformidades parágrafo Seu Rosto, especialmente a ausencia de Seu nariz e hum grande corte em SUA boca, Dando uma permanente IMPRESSÃO de um Sorriso frio e gélido, SEUS Olhos, negros Como uma morte, Não se sabe se OS were ferimentos auto-infrigídos, JA Que o psicopata NÃO Quis Dizer nada, um Ser encontrada Imagem PODE em varios fóruns de da internet e e USADA POR VÁRIOS trolls da internet Como Imagem de choque, com o Objetivo de assustar SEUS espectadores.
 O assassino foi preso na Cidade do Panamá, na Flórida, DEPOIS Que ELE havia matado Uma Criança Pequena de Oito Anos de Idade e also, claro, Outra Criança that also morava nessa casa, porem, ESSE Jovem reagiu e sobreviveu.
 Jeff foi à Julgamento Pela morte de 137 PESSOAS, E Depois, Pela morte de hum Juiz, jeff Aguarda o dia de SUA Execuções, jeff ESTÁ derrotado, or sera que Nao? 
  O dia de SUA Execuções Chega, jeff Aguarda em SUA cela, Dois guardas chegam e levam jeff cabelo corredor, No Meio do Caminho, jeff pega o cassetete de hum dos guardas e quebra Seu maxilar, Nisso, ELE aproveita e pega SUA arma, Atira não Ombro Do Outro policial e consegue Fugir da Prisão.
 Logo na SAÍDA da Prisão, jeff Encontra um homem magro, alto e de Terno, jeff NÃO consegue ver Seu Rosto, mas este homem Diz Uma Coisa parágrafo jeff:
 -nos Dois NÃO somos PESSOAS Comuns, somos APENAS aberrações, Deus castigou nsa e devemos nsa vingar destruindo SUA Criação, hahahahahahahaha.
 O homem desapareceu na Escuridão da Noite.
 Jeff Só PENSA em se fazer Vinar garoto Que o parágrafo entregou um policia, ágora, a mente de jeff estava Totalmente destruída.
 Jeff espera Todas como Luzes da casa do garoto se apagarem e Entra, o garoto Acorda Durante a Noite e Vê jeff, olhando parágrafo ELE, ELE Sente algo diferente em jeff, um Ódio, o garoto FICA com medo, jeff Chega Lentamente Perto DELE, e em Seu Ouvido, Diz calmamente:
 -Shhhhhhhhhhhh, Va dormir.

Fonte: Creppy Dark

Luuh

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Onde as Crianças Más vão







Eu deveria ter uns seis ou sete anos, quando eu morava no Líbano. O país foi devastado pela guerra na época, e os assassinatos eram comuns e frequentes. Lembro-me durante uma era particularmente cruel, quando os bombardeios raramente cessavam, gostaria de ficar em casa sentado em frente a minha televisão assistindo a um show muito, muito estranho.

Era um show infantil que durava cerca de 30 minutos e continha imagens estranhas e sinistras. Até hoje eu acredito que o show era uma tentativa secreta dos meios de comunicação usarem táticas de intimidação para manter as crianças no lugar, porque a moral de cada episódio gira em torno de ideologias muito tensas: coisas como, "crianças más ficam até tarde", "crianças más ficam com as mãos debaixo das cobertas quando eles dormem", e "crianças más roubam comida da geladeira à noite."


Era muito estranho, e em árabe ainda para variar. Eu não entendia direito, mas a maior parte das imagens eram muito gráficas e aterrorizantes. A única coisa que eu gravei e não irei me esquecer, foi a cena final. Ela permaneceu quase a mesma coisa em todos os episódios. A câmera aumentava o zoom em uma velha e enferrujada porta fechada. Quanto mais próximo da porta, mais alto os gritos agonizantes se tornariam. Era extremamente assustador, especialmente para a programação infantil. Em seguida, um texto aparecia na tela em leitura árabe: "É para onde as crianças más vão." Eventualmente, a imagem e o som iriam desaparecendo aos poucos, e então seria o fim do episódio.



Cerca de 15 ou 16 anos depois eu me tornei um fotógrafo jornalístico. Esse show ficou marcado em minha mente por toda a minha vida, surgindo em meus pensamentos esporadicamente. Eventualmente, eu cansei disso, e decidi pesquisar sobre o programa. Eu finalmente consegui descobrir a localização do estúdio onde grande parte da programação desse canal tinha sido gravado. Após mais investigação e, eventualmente, viajar para o local, eu descobri que era agora desolada e tinha sido abandonada após a terrível guerra terminar.



Eu entrei no prédio com minha câmera. Ele estava queimado por dentro. Ou um incêndio eclodiu ou alguém queria incinerar todos os móveis de madeira. Depois de algumas horas cautelosamente fazendo meu caminho para o estúdio e tirando fotos, eu encontrei um quarto isolado e fora do caminho. Depois de ter que romper algumas fechaduras velhas e conseguir romper a porta muito pesada, eu permaneci parado e congelado na porta por alguns minutos. Vestígios de sangue, fezes e fragmentos de ossos minúsculos estavam espalhados pelo chão. Era uma sala pequena, e uma cena extremamente mórbida.



Mas o que realmente me chocou e me fez correr desesperadamente de lá foi avistar um microfone pendurado no teto, no meio da sala...

Fonte: Creepypasta Dark

Luuh ~